Essas situações não são atípicas nas organizações:
- Sua organização possui uma concentração de valores a receber de um único ou poucos clientes?
- Freqüentemente enfrenta problemas de recebimento de matérias-primas e de entrega de produtos acabados?
- A falha de algum processo produtivo ocasionou graves problemas junto a clientes e ao fluxo de caixa?
- A variação de preços de insumos ou dos produtos acabados afetou a competitividade da companhia?
A boa notícia é que agora é possível monitorar, mensurar e implementar ações com objetivo de minimizar esses efeitos, graças à aplicação de um conceito chamado Gestão de Riscos.
Muitos executivos já ouviram falar em gestão de riscos e normalmente associam este termo ao mercado financeiro. Apesar de relativamente recente, o emprego desse tema foi premente, por conta de alguns casos que ocorreram em instituições financeiras nos últimos anos, e fortemente exigida pela legislação americana Sarbanes Oxley. (ver Lei Sarbanes Oxley Act 2003, seções 302 e 404 - EUA).
Isso não quer dizer que esse mesmo assunto não seja importante para as empresas de uma forma geral. Muito pelo contrário, várias companhias e setores que já adotaram a gestão de riscos conseguiram otimizar e muito seu trabalho e suas despesas.
Para melhor entender, podemos de uma forma bem sucinta, desmembrar a análise de risco em vários vertentes:
Essas situações não são atípicas nas organizações:
- Internal Fraud
- External Fraud
- Employment Practices and Workplace Safety
- Clients, Products & Business Practice
- Damage to Physical Assets
- Business Disruption & Systems Failures
- Execution, Delivery & Process Management
O primeiro está relacionado às operações em que a empresa fica exposta ao pagamento de um terceiro, clientes e bancos, por exemplo. Quanto maior essa exposição, mais riscos têm de ser previstos.
